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Após EUA oferecerem US$ 50 milhões, mercenário Erik Prince, sugere morte de Maduro

Vemvê Brasil
agosto 11, 2025
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Após o governo dos Estados Unidos elevar a recompensa pela prisão de Nicolás Maduro, o fundador da empresa de mercenários Blackwater, Erik Prince, sugeriu o assassinato do presidente da Venezuela. A declaração foi feita na quinta-feira, 7 de agosto.

A Recompensa por Maduro e as Tensões com os EUA

Os Estados Unidos são um dos alvos frequentes das polêmicas declarações de Nicolás Maduro. A legitimidade do governo de Maduro é questionada por grande parte da comunidade internacional, que aponta fraude eleitoral nas últimas eleições venezuelanas.

O governo americano, assim como o do seu antecessor, reconhece o opositor Edmundo González como o legítimo vencedor do pleito. Maduro é acusado pelos EUA de comandar um cartel de drogas e estar diretamente envolvido na entrada de entorpecentes no país. Por isso, os americanos oferecem US$ 50 milhões por informações que levem à sua captura.

Em resposta ao anúncio do governo dos EUA, Prince afirmou que a recompensa deveria ser por Maduro “vivo ou morto”. Desde a questionável “vitória” de Maduro nas últimas eleições, o líder mercenário disse estar “de olho” no presidente. Em setembro de 2024, ele lançou a iniciativa “Ya Casi Venezuela”, prometendo cumprir a “vontade do povo venezuelano”. No entanto, até o momento, a ação se limitou a arrecadar doações financeiras online, sem apresentar um plano claro sobre o que faria.

O Histórico de Erik Prince e a Blackwater

Erik Prince é um ex-oficial da Marinha americana que ganhou notoriedade no início dos anos 2000 ao fundar a Blackwater. Essa empresa de segurança privada prestou diversos serviços ao governo dos EUA no exterior e ficou famosa em 2007, após um incidente trágico na Guerra do Iraque.

Naquele ano, mercenários da Blackwater assassinaram 17 civis no episódio que ficou conhecido como o massacre da Praça Nisour. Prince chegou a fazer parte da equipe de transição presidencial de Donald Trump em 2017, ao lado de Michael Flynn, ex-conselheiro de Segurança Nacional.

Anos depois, mesmo após vender a Blackwater, Prince manteve sua atuação no mundo da segurança privada. Ele aumentou sua presença na América Latina recentemente, estabelecendo contatos com os governos de El Salvador, Equador e Peru.

É importante notar que, em seu primeiro mandato, o ex-presidente Trump concedeu perdão total aos quatro mercenários da Blackwater envolvidos nos assassinatos de civis iraquianos em 2007.

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