A eliminação do Botafogo nas oitavas de final da Libertadores pode ser vista por duas perspectivas: a do desempenho em campo e a de fatores externos ao jogo. Ambas as áreas apresentaram problemas significativos, que se tornaram evidentes na derrota por 2 a 0 para a LDU, na última quinta-feira, no estádio Rodrigo Paz Delgado. O adeus antecipado do time, que sonhava em conquistar o título sul-americano pela segunda vez, foi completamente justo.
Fracasso em Campo
O Botafogo sabia que a altitude de Quito, a aproximadamente 2.850 metros acima do nível do mar, seria um obstáculo considerável. Por essa razão, a partida de ida era crucial. Enfrentando a LDU em um ambiente com ar rarefeito, era fundamental construir a maior vantagem possível. Embora a vitória por 1 a 0, com um gol de Artur, tenha dado ao time a chance de se classificar com um empate, o resultado não foi suficiente para garantir a vaga.
Na partida de volta, o técnico Davide Ancelotti optou por uma formação com três meio-campistas defensivos (Allan, Marlon Freitas e Danilo) para conter o ataque adversário. Na frente, sem um centroavante de origem, já que Arthur Cabral não estava apto a jogar a partida inteira, o ataque foi composto por Artur, Matheus Martins e Savarino. No entanto, a estratégia não funcionou.
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