Paulista: Assista os principais discursos do 7 de setembro na íntegra
Michelle chora durante todo o seu discurso “Está pesado demais”
Em um discurso emocionado na Avenida Paulista, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro desabafou sobre as dificuldades que ela e seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, têm enfrentado. Ela afirmou estar sofrendo perseguição, inclusive religiosa, e ter sua liberdade de culto violada.
Michelle disse que as acusações e a “maldade” contra a família têm sido “pesadas demais”. Ela lamentou que o ex-presidente esteja com sua liberdade de expressão e locomoção violadas, mas manifestou sua fé, acreditando que a “dupla honra” virá e que a justiça prevalecerá. Por fim, a ex-primeira-dama reforçou a ideia de que o casal não busca poder, mas que o sofrimento pelo qual passam é genuíno.
Tarcísio diz que Bolsonaro é o candidato e diz: “Moraes impõe uma “tirania” que “ninguém aguenta mais”
Neste domingo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou publicamente o ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante um evento na Avenida Paulista. Tarcísio descreveu a atuação de Moraes como uma “tirania” insustentável, o que gerou aplausos e gritos de “fora, Moraes” dos manifestantes.
Essa postura marca uma mudança no comportamento de Tarcísio, que antes evitava confrontos diretos com a Suprema Corte. A declaração acontece em meio à defesa do governador pela anistia dos acusados de participarem dos atos de 8 de janeiro.
Em seu discurso, Tarcísio também se referiu à necessidade de evitar uma “ditadura” de um Poder sobre o outro, fazendo uma referência indireta ao Judiciário, e expressou a esperança de que “novos tempos virão”, mencionando a possível liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Silas diz ser perseguido por Moraes e que Lula é o traidor da pátria
Neste domingo, 7 de setembro de 2025, o pastor Silas Malafaia expressou sua insatisfação com a publicação de conversas privadas que ele manteve no WhatsApp com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Malafaia defendeu que é preferível dizer algo “indevido” a “destruir a democracia brasileira”. A declaração foi feita em uma crítica direta a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
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