Zuckerberg confirma fim dos celulares; veja o que vai substituir
Para Mark Zuckerberg, o futuro não é mais o smartphone. O CEO da Meta, uma das figuras mais influentes da indústria de tecnologia, previu que a era dos smartphones está chegando ao fim. Em seu lugar, ele vislumbra um futuro onde os óculos inteligentes se tornam o principal meio de acesso à internet, oferecendo uma experiência mais fluida e discreta.
Por muitos anos, os smartphones foram a ferramenta principal para nos conectar ao mundo, transformando a nossa rotina. Eles se tornaram quase uma extensão do nosso corpo, ditando a forma como interagimos, trabalhamos e consumimos conteúdo. No entanto, na visão de Zuckerberg, o smartphone chegou ao seu limite por ser um aparelho que exige constante manuseio e falta de discrição.
A Revolução da Tecnologia Invisível
A Meta aposta em uma ideia audaciosa: a tecnologia deve se integrar de forma natural e discreta ao nosso dia a dia, tornando-se “invisível”. Os óculos inteligentes são a materialização desse conceito, permitindo uma interação contínua com o universo digital sem a necessidade de uma tela na mão.
Essa visão já está se tornando realidade. A Meta e a Ray-Ban lançaram os óculos Ray-Ban Meta, que unem design clássico com alta tecnologia. Esses dispositivos contam com câmeras de 12 MP, microfones e fones de ouvido integrados. Zuckerberg projeta um futuro onde a informação se sobrepõe ao nosso campo de visão. Comandos de voz simples permitiriam, por exemplo, traduzir um menu instantaneamente ou pedir direções a uma inteligência artificial, tudo sem a necessidade de um aparelho físico na mão.
O Declínio do Mercado de Smartphones
A aposta da Meta em novas tecnologias também se justifica pela estagnação do mercado de smartphones. Dados da consultoria Canalys mostram que as vendas de smartphones caíram 1% no segundo trimestre de 2025, um sinal de que o setor está perdendo o fôlego.
A principal causa dessa desaceleração é a falta de inovação. Os lançamentos mais recentes oferecem poucas novidades que justifiquem o alto custo, levando os consumidores a questionarem se vale a pena trocar de aparelho. Em suma, os ganhos em produtividade e entretenimento são considerados mínimos, o que contribui para o desinteresse dos consumidores.
Sem comentários! Seja o primeiro.