Em uma medida para combater o que ele considera violência política, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto classificando o movimento Antifa como uma organização terrorista doméstica. De acordo com Trump, o grupo estaria envolvido em atos violentos com o objetivo de sufocar atividades legítimas e subverter o estado de direito.
A Casa Branca comunicou que o decreto exige que todos os departamentos e agências federais usem seus poderes para investigar, interromper e desmantelar operações ilegais, especialmente as de natureza terrorista, que sejam realizadas pelo Antifa ou por qualquer indivíduo que se identifique como parte do grupo.
Trump havia sinalizado sua intenção de tomar essa atitude na semana anterior, após o assassinato de Charlie Kirk, no dia 10 do mesmo mês. O ex-presidente associou o crime a grupos da esquerda radical, mas não existem provas que conectem Kirk a um ativista de esquerda.
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