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Casal encontra lápide romana de quase 2.000 anos no quintal de casa nos EUA

Vemvê Brasil
outubro 14, 2025
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Uma lápide de quase 2.000 anos, pertencente a um soldado do Império Romano e considerada perdida desde a Segunda Guerra Mundial, foi descoberta no jardim de uma residência em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

A revelação ocorreu no início deste ano, quando a antropóloga Daniella Santoro, da Universidade Tulane, e seu marido, Aaron Lorenz, faziam a limpeza do terreno da casa, situada no bairro histórico de Carrollton.

Escondida sob a vegetação, eles encontraram uma placa de pedra de aproximadamente 30 centímetros, contendo uma gravação em latim. A princípio, o casal considerou a possibilidade de ter um cemitério antigo na propriedade – uma ocorrência comum na cidade, conforme o Centro de Recursos de Preservação de Nova Orleans (PRC).

Contudo, a avaliação de especialistas indicou uma procedência muito mais antiga e distante: o artefato era uma estela funerária romana do século II, dedicada a um marinheiro chamado Sextus Congenius Verus.

O Marinheiro Romano

Segundo as informações de especialistas consultados pela revista científica Smithsonian Magazine, a inscrição relata: “Para Sexto Congênio Vero, militar da frota pretoriana Misenense, da tribo dos Bessi, que viveu 42 anos e serviu 22 na guerra, no trirreme Asclépio. Atilius Carus e Vettius Longinus, seus herdeiros, a erigiram em sua honra”.

A tradução e a autenticidade da inscrição foram confirmadas por Susann Lusnia, professora de estudos clássicos da Universidade Tulane, e por Harald Stadler, arqueólogo da Universidade de Innsbruck, na Áustria.

Eles constataram que o militar havia dedicado mais de duas décadas de serviço em um trirreme – um navio de batalha movido a remos – nomeado Asclepius, uma referência à mitologia greco-romana.

Os dados históricos sugerem que Sexto Congênio Vero era originário da Trácia, uma área que hoje engloba territórios da Bulgária, Grécia e Turquia.

Peça Desaparecida na Segunda Guerra Mundial

Pesquisadores verificaram que a estela era exatamente a mesma documentada no Museu Arqueológico Nacional de Civitavecchia, um porto italiano a 60 km de Roma. A lápide havia sido achada em 1864, em uma necrópole romana de marinheiros, e estava catalogada desde o começo do século XX.

De acordo com o jornal The New York Times, o museu e sua coleção foram devastados durante os bombardeios dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, levando a peça a ser considerada perdida por décadas.

Lara Anniboletti, diretora do museu, mencionou que o acervo original consistia em epitáfios de marinheiros romanos recrutados em diferentes partes do império. “Esses itens registram a vida cotidiana de dois milênios atrás. Agora, pretendemos reexpor a lápide recuperada ao público”, disse ela ao jornal.

A Chegada da Lápide aos EUA

As investigações mostraram que a peça foi trazida para os Estados Unidos por Charles Paddock Jr., um veterano da Segunda Guerra Mundial que serviu na Itália. Anos depois, sua neta, Erin Scott O’Brien, herdou o objeto, utilizando-o como ornamento de jardim em sua casa em Nova Orleans a partir de 2003.

Santoro e Lorenz se mudaram para a residência em 2018. Ao encontrarem o bloco de pedra esquecido no meio do mato, iniciaram a apuração de sua origem. Após a confirmação da autenticidade pelo FBI, foi dado início ao processo de repatriação do item.

Conforme noticiado pela agência Associated Press (AP), a lápide será restaurada e enviada de volta ao Museu Arqueológico Nacional de Civitavecchia, onde será reintegrada à coleção histórica romana.

Perguntas e Respostas (Reescritas)

Qual artefato foi descoberto por um casal em Nova Orleans?

Um casal em Nova Orleans encontrou, em seu quintal, um marcador funerário de um militar do Império Romano, com quase 2.000 anos, que estava sumido desde a Segunda Guerra Mundial.

Quem realizou essa descoberta?

A descoberta foi feita por Daniella Santoro, antropóloga da Universidade Tulane, e por seu cônjuge, Aaron Lorenz, enquanto limpavam o jardim de sua moradia no bairro histórico de Carrollton.

Como o artefato foi reconhecido?

O casal achou uma pedra de cerca de 30 centímetros com uma inscrição em latim. Inicialmente, cogitaram a existência de um antigo cemitério no local. Após a análise de especialistas, a inscrição revelou que se tratava de uma lápide romana do século II, pertencente a um marinheiro nomeado Sextus Congenius Verus.

O que está escrito na gravação do túmulo?

A gravação indica: “Para Sexto Congênio Vero, militar da frota pretoriana Misenense, da tribo dos Bessi, que viveu 42 anos e serviu 22 na guerra, no trirreme Asclépio. Atilius Carus e Vettius Longinus, seus herdeiros, a erigiram em sua honra”.

Quais especialistas confirmaram a veracidade da inscrição?

A autenticidade da inscrição foi atestada por Susann Lusnia, professora de estudos clássicos da Universidade Tulane, e por Harald Stadler, arqueólogo da Universidade de Innsbruck, na Áustria.

De onde era o militar citado no epitáfio?

O soldado, Sexto Congênio Vero, era nativo da Trácia, uma região que hoje se divide entre Bulgária, Grécia e Turquia.

Qual o histórico da lápide antes de ser achada?

O objeto correspondia a um registro no Museu Arqueológico Nacional de Civitavecchia, Itália, onde havia sido descoberto em 1864. O museu e seu acervo foram destruídos por bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial, e o item foi considerado perdido por muitas décadas.

O que a diretora do museu italiano comentou sobre a coleção original?

Lara Anniboletti, diretora do museu, declarou que a coleção original continha inscrições funerárias de marinheiros romanos e que esses artefatos documentam a vida de dois milênios atrás. Ela manifestou a esperança de que a lápide recuperada possa ser exibida novamente ao público.

Como a lápide foi parar nos Estados Unidos?

A lápide foi levada aos EUA por Charles Paddock Jr., um veterano americano que serviu na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Décadas depois, sua neta, Erin Scott O’Brien, recebeu o objeto como herança e o usou como adorno de jardim em sua casa em Nova Orleans a partir de 2003.

O que se seguiu à descoberta da lápide?

Após localizarem a pedra, Santoro e Lorenz começaram a investigar sua procedência. O FBI confirmou sua autenticidade, dando início ao processo de restituição do artefato.

Qual será o destino final da peça?

A lápide passará por restauração e será devolvida ao Museu Arqueológico Nacional de Civitavecchia, onde voltará a compor a coleção histórica romana.

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