Bolsonaro precisará fazer cirurgia: ex-presidente foi diagnósticado com duas hérnias inguinais
O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá ser submetido a outra intervenção cirúrgica após os exames mais recentes, feitos no domingo, dia 14, confirmarem o diagnóstico de duas hérnias inguinais.
Essa informação foi divulgada por meio de uma nota oficial de seu representante legal, João Henrique de Freitas.
“Os especialistas em saúde indicaram que ele passe por um procedimento cirúrgico, pois essa é a única solução permanente para resolver essa condição de saúde”, explicou o advogado em uma postagem feita nas mídias sociais.
A hérnia inguinal acontece quando parte do tecido interno do abdômen, como uma porção do intestino, se desloca para a área da virilha, aproveitando uma fragilidade na musculatura da parede abdominal. Embora seja mais frequente em indivíduos do sexo masculino, essa condição pode ser inata (desde o nascimento) ou surgir devido a fatores como tensão/esforço excessivo, tosse contínua, avanço da idade ou enfraquecimento muscular.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a autorização para que os resultados dos exames de saúde do ex-presidente fossem liberados. A solicitação por parte da defesa estava vinculada à urgência de realizar as cirurgias.
“Pelo que foi apresentado, ORDENO que a Polícia Federal realize uma avaliação médica oficial por perícia, no período de até 15 (quinze) dias, a fim de verificar a necessidade de uma operação cirúrgica imediata, conforme sinalizado pela defesa”, sentenciou Moraes.
Na documentação protocolada, os advogados de Bolsonaro mencionaram que as cirurgias são indispensáveis não só para o tratamento das hérnias inguinais, mas também em virtude de um quadro de soluços que não cessam, juntamente com outros problemas de saúde relacionados à sua condição geral.
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