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Empréstimos realizados em governos do PT, deixam dívida de R$ 10 bilhões da Venezuela com o Brasil.

Vemvê Brasil
janeiro 12, 2026
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A dívida da Venezuela com o Brasil atinge US$ 1,8 bilhão e impacta contas do Tesouro

BRASÍLIA – O passivo financeiro da Venezuela junto ao governo brasileiro encerrou o ano de 2025 em um novo patamar crítico. De acordo com informações publicadas pelo jornal O Globo, o montante total da inadimplência alcançou US$ 1,856 bilhão (aproximadamente R$ 10 bilhões), valor que já contempla o cálculo dos juros de mora acumulados.

Expansão do Débito

Os dados revelam que o “calote” venezuelano apresentou um crescimento de US$ 312 milhões durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando a atual gestão assumiu o Executivo, o saldo devedor acumulado era de US$ 1,54 bilhão, evidenciando uma aceleração no saldo negativo nos últimos anos.

Origens e Projetos Financiados

O rombo bilionário é fruto de operações de crédito realizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em gestões anteriores do PT. Na época, os empréstimos visavam subsidiar a exportação de serviços de engenharia de grandes empreiteiras brasileiras, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, para o desenvolvimento de infraestrutura em solo venezuelano.

Entre os principais empreendimentos que contaram com capital brasileiro e hoje compõem a lista de inadimplência, destacam-se:

  • A expansão das linhas do Metrô de Caracas;

  • A implementação da Siderúrgica Nacional;

  • A construção do Estaleiro Astialba.

Mecanismo de Garantia

O modelo de financiamento adotado previa que o BNDES repassasse o valor das obras diretamente às empresas brasileiras, em reais. Em contrapartida, o governo venezuelano deveria honrar as parcelas em dólares, acrescidas de juros.

Com a interrupção dos pagamentos por parte de Caracas, o prejuízo não recai diretamente sobre o banco, mas sim sobre o Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Esse mecanismo funciona como um seguro para operações internacionais e, na prática, é sustentado por recursos do Tesouro Nacional, o que significa que o impacto financeiro acaba sendo absorvido pelo Estado brasileiro.

Seria útil para você que eu elaborasse um resumo dos principais impactos econômicos que essa dívida gera no orçamento federal?

BRASÍLIA – O passivo financeiro da Venezuela junto ao governo brasileiro encerrou o ano de 2025 em um novo patamar crítico. De acordo com informações publicadas pelo jornal O Globo, o montante total da inadimplência alcançou US$ 1,856 bilhão (aproximadamente R$ 10 bilhões), valor que já contempla o cálculo dos juros de mora acumulados.

Expansão do Débito

Os dados revelam que o “calote” venezuelano apresentou um crescimento de US$ 312 milhões durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando a atual gestão assumiu o Executivo, o saldo devedor acumulado era de US$ 1,54 bilhão, evidenciando uma aceleração no saldo negativo nos últimos anos.

Origens e Projetos Financiados

O rombo bilionário é fruto de operações de crédito realizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em gestões anteriores do PT. Na época, os empréstimos visavam subsidiar a exportação de serviços de engenharia de grandes empreiteiras brasileiras, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, para o desenvolvimento de infraestrutura em solo venezuelano.

Entre os principais empreendimentos que contaram com capital brasileiro e hoje compõem a lista de inadimplência, destacam-se:

  • A expansão das linhas do Metrô de Caracas;

  • A implementação da Siderúrgica Nacional;

  • A construção do Estaleiro Astialba.

Mecanismo de Garantia

O modelo de financiamento adotado previa que o BNDES repassasse o valor das obras diretamente às empresas brasileiras, em reais. Em contrapartida, o governo venezuelano deveria honrar as parcelas em dólares, acrescidas de juros.

Com a interrupção dos pagamentos por parte de Caracas, o prejuízo não recai diretamente sobre o banco, mas sim sobre o Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Esse mecanismo funciona como um seguro para operações internacionais e, na prática, é sustentado por recursos do Tesouro Nacional, o que significa que o impacto financeiro acaba sendo absorvido pelo Estado brasileiro.

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