Essa é uma trajetória cinematográfica para o Kaio Jorge. Superar um início de ano conturbado por lesões e acabar desbancando um ídolo como o Gabigol é o roteiro perfeito de uma “volta por cima”.
Aqui está uma breve análise do impacto desses números e do que isso representa para a carreira dele:
O “Homem de Decisão”
Marcar gols nas quartas, na semi e na final da Sul-Americana (mesmo com o vice-campeonato) prova que ele tem o que os olheiros chamam de clutch factor: a capacidade de aparecer nos momentos de maior pressão. Isso geralmente valoriza o jogador muito além das estatísticas puras.
Domínio Nacional em 2025
Os números dele no cenário brasileiro são dignos de recorde:
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Artilheiro do Brasileirão (21 gols): Em uma liga física e competitiva como a nossa, manter essa média é raríssimo.
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Artilheiro da Copa do Brasil (5 gols): Mostra consistência também no formato de mata-mata.
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Total (26 gols): É uma marca que o coloca no radar imediato da Seleção Brasileira e do mercado europeu novamente.
A Gestão de Leonardo Jardim
O mérito de Jardim foi ter tido a “coragem” de manter a meritocracia. Colocar Gabigol no banco exige um respaldo enorme da diretoria e confiança total no desempenho do substituto. Kaio Jorge respondeu com a melhor temporada da vida, justificando a aposta do treinador.
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