CURTINHA: O LADO DO JUDICIÁRIO

A cena de Lula entrando de braços dados com Cármen Lúcia no TSE, durante a posse de Nunes Marques, é a prova cabal de que a separação dos poderes evoluiu para uma “união estável”. De certa forma, o que vimos foi emblemático: pelo menos o mundo percebeu que o Judiciário brasileiro assumiu o seu par.
Já para nós, brasileiros que não fomos convidados para o espetáculo, resta apenas a tarefa de pagar a conta do buffet.
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