Psicoterapeuta com 400 mil seguidores é alvo de operação por violência sexual contra pacientes em Salvador
O texto acima detalha uma importante operação do Ministério Público da Bahia contra abusos no exercício da psicoterapia. Casos como esse reforçam a necessidade de vigilância e a importância de canais de denúncia para proteger pessoas em situação de vulnerabilidade.
Para organizar e destacar os principais pontos da Operação Catarse, veja o resumo estruturado abaixo:
Ficha Técnica da Operação
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Alvo: Jordan Van Der Zeijden Campos (conhecido como Jordan Campos), psicoterapeuta e influenciador digital com mais de 400 mil seguidores.
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Locais das buscas: Residência e consultório do investigado nos bairros de Pituba e Caminho das Árvores, em Salvador.
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Órgãos envolvidos: Ministério Público do Estado da Bahia (através do Gaeco e Nevid) e Polícia Militar da Bahia (Esquadrão Águia).
Crimes Investigados e Medidas Judiciais
O investigado é acusado de se aproveitar da vulnerabilidade emocional de pacientes e alunas há mais de uma década.
| Tipificação dos Crimes | Medidas Cautelares Aplicadas |
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• Violação sexual mediante fraude
• Assédio sexual
• Estelionato |
• Bloqueio de bens: Valores que ultrapassam R$ 960 mil.
• Suspensão profissional: Proibido de realizar consultas, cursos, palestras e mentorias.
• Quebra de sigilo: Autorizada a análise de dados informáticos e telemáticos. |
Modus Operandi e Vítimas
Nota do Ministério Público: O investigado utilizava sua autoridade profissional para identificar mulheres com histórico de trauma, baixa autoestima e dependência emocional, desvirtuando a relação terapêutica para obter vantagens sexuais e financeiras.
Até o fechamento da reportagem, o panorama das investigações apontava:
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4 vítimas identificadas oficialmente: Três relataram crimes contra a dignidade sexual e uma denunciou prejuízo financeiro.
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Padrão de comportamento: Os relatos das vítimas são consistentes e indicam o mesmo modus operandi.
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Subnotificação: As depoentes afirmaram que existem outras vítimas que ainda não procuraram a polícia por medo ou vergonha.
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