As autoridades norte-americanas estão em alerta após uma onda de ataques direcionados a propriedades da Tesla, empresa do bilionário Elon Musk. Para combater os responsáveis, o FBI uniu-se à ATF (Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos) em uma operação especial. A medida foi tomada depois que veículos, concessionárias e postos de recarga da montadora foram alvo de incêndios e destruição intencional.
Segundo fontes oficiais, os casos estão sendo tratados como possíveis crimes de terrorismo interno. O Departamento de Justiça já deu início a processos judiciais, com a procuradora-geral Pam Bondi anunciando a acusação formal de três suspeitos. As penas solicitadas variam de cinco a duas décadas de prisão.
“Quem participar desses ataques contra a Tesla enfrentará consequências graves. A justiça será implacável”, declarou Bondi em um comunicado.
O ex-presidente Donald Trump também se manifestou, chamando os envolvidos de “extremistas perigosos” e defendendo punições rigorosas. Em suas redes sociais, ele chegou a sugerir que os culpados fossem enviados para prisões em El Salvador, conhecidas por suas condições duras.
“Aguardamos com expectativa a condenação desses criminosos. Eles não podem ficar impunes após o que fizeram contra Musk e sua empresa”, afirmou Trump.
Os ataques têm levantado preocupações entre investidores e aliados do governo, que veem os incidentes como uma retaliação política contra Musk, um dos nomes mais influentes do setor tecnológico. Além dos danos materiais, campanhas organizadas nas redes sociais pedem o boicote aos carros da Tesla, afetando diretamente seu valor de mercado.
Recentemente, lojas da marca em Nevada e Missouri foram invadidas e vandalizadas, aumentando a pressão por uma resposta eficiente das forças de segurança. O governo federal deixou claro que não permitirá ataques a empresas que impulsionam a inovação no país. A formação da força-tarefa representa um passo decisivo no combate a esses crimes, tratados como um ataque à economia e à indústria nacional.
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