O advogado José Luis de Oliveira Lima, que representa o general Walter Braga Netto, optou por não acompanhar presencialmente os depoimentos dos demais investigados do núcleo 1 da ação que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Oliveira Lima, conhecido como “Juca” nos bastidores jurídicos, deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde permanece próximo ao seu cliente, atualmente detido no Comando Militar do Leste, instalação do Exército sediada na capital fluminense. A decisão de acompanhar pessoalmente os interrogatórios no local onde Braga Netto se encontra detido reflete uma estratégia focada na preparação específica de sua defesa.
O advogado esteve presente apenas na abertura das oitivas realizadas no Supremo Tribunal Federal (STF), na segunda-feira (9), quando foram colhidos os depoimentos do tenente-coronel Mauro Cid e do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). Segundo informações do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, Juca considerou a oitiva de Cid particularmente relevante em razão da delação premiada firmada pelo militar.
Braga Netto será o último a ser interrogado entre os integrantes do núcleo 1, conforme a ordem alfabética estabelecida para os depoimentos.
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