Na quarta-feira, 6 de agosto, Darren Beattie, subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, se dirigiu aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) através de sua conta no X (antigo Twitter). Ele compartilhou uma publicação do Departamento de Estado americano que critica a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e pediu aos outros magistrados que não apoiem Alexandre de Moraes.
Beattie alertou que os “aliados de Moraes na Suprema Corte e em outros lugares são fortemente aconselhados a não auxiliar ou encorajar o comportamento sancionado de Moraes”. Ele classificou Moraes como o principal responsável pela “censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores”, e destacou que os “abusos de direitos humanos cometidos por Moraes lhe renderam uma sanção Global Magnitsky do presidente Trump”.
A sanção, aplicada por meio da Lei Global Magnitsky, proíbe Moraes de entrar nos EUA, de movimentar bens no país e de usar serviços de empresas americanas.
Anteriormente, Beattie havia dito que a taxação de 50% sobre produtos brasileiros pelos EUA era uma “consequência há muito esperada para a Suprema Corte de Moraes e para o governo Lula por seus ataques a Jair Bolsonaro, à liberdade de expressão e ao comércio americano”. Além de Moraes, os EUA também impuseram sanções a outros sete ministros do STF, cancelando seus vistos americanos.
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