OPINIÃO – Brasil: A nova piada global

O Brasil, outrora sinônimo de excelência no futebol, hoje é motivo de vergonha. A seleção brasileira, que já encantou o mundo com jogadores como Pelé, Garrincha e Ronaldo, agora se arrasta em campo, sem identidade, técnica ou garra. Preocupada mais com patrocínios e selfies do que com títulos, a equipe vive seu pior momento histórico. O futebol brasileiro, antes arte e paixão, transformou-se em negócio medíocre, onde o marketing supera o talento e os rivais nos ridicularizam.
Se no futebol o declínio é evidente, no Judiciário a situação é ainda mais grave. Vivemos sob uma ditadura judicial, onde garantias constitucionais são ignoradas e processos viram armas políticas. Juízes agem como legisladores ou adversários políticos, condenando sem provas e invertendo o ônus da inocência. O devido processo legal, base de qualquer democracia, virou peça de ficção. O que deveria ser um equilíbrio de poderes tornou-se um circo de arbitrariedades, onde a lei serve a interesses, não à justiça.
Na política, o cenário é de desesperança. A corrupção, endêmica e sistêmica, drena recursos públicos enquanto a população sofre com serviços precários. Políticos despreparados, muitos investigados ou condenados, continuam no poder, demonstrando que o sistema é podre na raiz. Não há projeto de país, apenas negociatas. Enquanto nações sérias avançam, o Brasil patina em escândalos e incompetência, governado por uma classe que não sabe – ou não quer – resolver os problemas reais do povo.
O resultado é um país que virou piada mundial. No futebol, somos motivo de pena; na Justiça, de revolta; e na política, de nojo. O Brasil, que poderia ser uma potência, afunda em suas próprias contradições, sem rumo e sem vergonha. O mundo já não nos vê com admiração, mas com desdém. E o pior: estamos nos acostumando a isso.
Enquanto não houver uma ruptura com essa cultura de mediocridade, seguiremos sendo o eterno “país do futuro” – um futuro que nunca chega. Resta saber se ainda há tempo para resgatar o respeito que perdemos, ou se o Brasil está fadado a ser apenas mais uma nação falida, rica em potencial e pobre em caráter.
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