O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Hospital DF Star, em Brasília, por volta das 14h deste domingo (14/9), após passar por um procedimento cirúrgico para remoção de lesões na pele. A saída foi marcada por ovações de cerca de 50 apoiadores que o aguardavam desde as 8h, portando bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos.
Reescreva o texto a seguir mantendo as mesmas informações com palavras diferentes:
Bolsonaro havia deixado a prisão domiciliar na manhã de domingo, escoltado por motos e carros da Polícia Penal do Distrito Federal, com homens armados, sendo a primeira vez que saiu de casa desde sua condenação pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes relacionados à suposta tentativa de golpe de Estado
Seu carro foi vistoriado ao deixar a residência onde cumpre as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes.
O boletim médico divulgado pela equipe do hospital informou que, além da retirada cirúrgica de oito lesões cutâneas localizadas no tronco e no membro superior direito (procedimento realizado sob anestesia local e sedação, sem intercorrências), exames laboratoriais apontaram anemia por deficiência de ferro. Uma tomografia de tórax também revelou “imagem residual de pneumonia recente por broncoaspiração”.
O médico Cláudio Birolini, que acompanha a saúde de Bolsonaro, explicou que o ex-presidente, “um senhor de 70 anos que passou por diversas intervenções cirúrgicas, está bastante fragilizado por essa situação toda”.
A anemia, segundo ele, foi “provavelmente por ele ter se alimentado mal nesse último mês”, período em que esteve em prisão domiciliar por descumprir medidas cautelares do Supremo. Bolsonaro recebeu reposição de ferro por via endovenosa no hospital para tratar a anemia.
O boletim médico informa que, nos próximos dias, serão disponibilizados os resultados anatomopatológicos das lesões para definição diagnóstica e avaliação da necessidade de complementação terapêutica.
Após a alta, Bolsonaro deverá seguir com o tratamento da hipertensão arterial, do refluxo gastroesofágico — que, segundo Birolini, “melhoraram bastante, mas ainda persistem” — e medidas preventivas de broncoaspiração.
Aliados e advogados do ex-presidente citam seu estado de saúde como argumento para que ele cumpra a pena em casa, caso a condenação seja mantida. A Folha de S.Paulo revelou que seus advogados pretendem argumentar riscos caso ele seja obrigado a cumprir a pena em um presídio ou em uma sala da Polícia Federal.
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