IA de consciência própria? Google libera Gemini 3 Deep Think para o plano AI Ultra
O Google acaba de liberar o modo “Deep Think” para os membros do pacote Google AI Ultra, logo depois de seu lançamento formal. Essa função inovadora já tinha sido apresentada em parte com o Gemini 3 Pro, sendo considerada pela companhia como seu “modo de raciocínio de maior capacidade” já criado.
O motivo é que o recurso tem a habilidade de examinar várias suposições ao mesmo tempo e produzir soluções mais exatas e minuciosas para questões de alta complexidade. Com o Deep Think, o modelo emprega um método de raciocínio simultâneo e várias repetições, possibilitando que a inteligência artificial aperfeiçoe seu próprio processo de pensamento até chegar à conclusão perfeita.
Construído sobre a estrutura do Gemini 2.5 e introduzido em agosto, o novo modo demonstra melhorias significativas nas medições de desempenho. Prova disso são os resultados: 93,8% de êxito no GPQA Diamond, 45,1% no ARC-AGI-2 (com execução de código) e 41% no Humanity’s Last Exam. Todos esses parâmetros servem para avaliar o poder de raciocínio e a assimilação de contexto das IAs mais recentes.
Essa potencialidade promete um desempenho superior em disciplinas como matemática, lógica, ciências e codificação, especialmente em cenários que requerem extensos cálculos ou procedimentos de prototipagem complexos, de maneira comparável ao Grok 4. Em alguns momentos, a geração das respostas pode levar alguns minutos, o que reflete a profundidade do processamento realizado.
O Google assegura que o Deep Think passou por uma série de verificações de segurança e por auditorias de especialistas antes de ser disponibilizado ao público. O acesso ao Deep Think é exclusivo para os assinantes do Google AI Ultra, que tem um custo mensal de R$ 1.209. O módulo pode ser ativado na seção Ferramentas da interface do modelo, dentro da subdivisão “Pensamento”, prometendo entregar resultados mais coerentes, contextualizados e perspicazes.
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