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Lewandowski comprou imóvel de investigado pela PF por R$ 9,4 mi

Vemvê Brasil
fevereiro 6, 2026
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SÃO PAULO – Uma transação imobiliária envolvendo o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, tornou-se alvo de atenção jurídica e política. Segundo informações reveladas pelo jornal Estadão, o ministro adquiriu, em 2024, uma residência de luxo pertencente a Alan de Souza Yang, o “China”, empresário investigado pela Polícia Federal por uma suposta sonegação bilionária no setor de combustíveis.

O imóvel, situado em um condomínio fechado na Zona Sul de São Paulo, foi comprado pela Eryal Empreendimentos e Participações, empresa familiar da qual Lewandowski é sócio junto aos seus filhos. Apenas um mês após a concretização do negócio, a Justiça determinou o bloqueio do bem no âmbito das investigações contra Yang, impedindo novas vendas e abrindo caminho para um possível leilão futuro.

Cronologia e Triangulação de Valores

A negociação apresenta uma valorização rápida em um curto intervalo de tempo. De acordo com os registros:

  • Dezembro de 2023: O pai de “China” transferiu a casa para a nora, Anajá de Oliveira Santos Yang, por R$ 4 milhões.

  • Fevereiro de 2024: A transferência foi formalizada.

  • Março de 2024: A empresa de Lewandowski adquiriu o mesmo imóvel à vista por R$ 9,4 milhões, um mês após o magistrado assumir o comando da pasta da Justiça.

Na época da transação, Alan de Souza Yang já possuía um histórico com as autoridades, incluindo uma condenação por adulteração de combustíveis e investigações em curso sobre fraudes em postos.

Conexões com o Crime Organizado

A situação agravou-se em 2025 com a deflagração da Operação Carbono Oculto. A investigação mira empresários suspeitos de ligação com o PCC e a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro. Curiosamente, a operação foi lançada durante a própria gestão de Lewandowski no Ministério da Justiça.

Defesa alega “Boa-Fé” e Sigilo Processual

Em resposta ao Estadão, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que a transação foi pautada pela boa-fé. Lewandowski declarou que:

  1. Segurança: A mudança para o imóvel ocorreu logo após sua posse como ministro devido a protocolos de segurança pessoal.

  2. Desconhecimento: Nunca teve contato prévio com os vendedores e não havia meios de saber das investigações, uma vez que os processos contra “China” tramitavam sob segredo de Justiça.

  3. Medidas Judiciais: O ministro ressaltou que está atuando juridicamente para reverter o bloqueio e solucionar a controvérsia.

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