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Moduro mobiliza tropas e diz está pronto para combater os EUA

Vemvê Brasil
outubro 18, 2025
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Em meio ao maior envio de tropas dos Estados Unidos para o Caribe desde os anos 1980, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, tem se esforçado para projetar uma imagem de força tanto internamente quanto para o exterior. Recentemente, o líder chavista tem aparecido frequentemente ao lado de militares, louvando o “povo pronto para lutar” e conclamando cidadãos a se juntarem à Milícia Nacional Bolivariana, que ele alega ter milhões de membros. Contudo, essa narrativa e a imagem divulgada pelo regime são vistas por especialistas como um extenso aparato de propaganda, visando disfarçar as vulnerabilidades das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas diante do Exército dos EUA, considerado o mais poderoso do mundo.

De acordo com o Wall Street Journal (WSJ), a mídia controlada pelo Estado na Venezuela propaga a ideia de que “os EUA são vorazes, parecidos com os nazistas” e que buscam “apropriar-se da riqueza petrolífera do país”. Paralelamente, são veiculados vídeos de treinamentos e marchas militares, informando que as forças estão sendo posicionadas para “repelir qualquer tipo de invasão”. Esse material exibe pessoas, inclusive idosas e algumas acima do peso, correndo em pistas de obstáculos, rastejando sob arame farpado e praticando tiro. Recentemente, o ministro do Interior da Venezuela, o militar Diosdado Cabello, compartilhou fotos de pessoas segurando facões em suas redes sociais.

No entanto, o presidente americano, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira que Maduro ofereceu “de tudo” para evitar um confronto aberto, logo após o anúncio de mais um ataque na costa caribenha, desta vez contra um submarino que, segundo Washington, transportava narcóticos. Até o momento, os EUA realizaram pelo menos seis ataques, resultando na morte de 27 pessoas. A Casa Branca afirma que está tratando os supostos traficantes como combatentes ilegais, terroristas que devem ser confrontados com meios militares.

“Ele ofereceu tudo. Sabe por quê? Porque não querem se meter com os Estados Unidos”, afirmou o republicano ao ser questionado sobre a possibilidade de Caracas ter proposto medidas de desescalada.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Diosdado Cabello Rondón (@dcabellor)

Na quarta-feira, o presidente americano autorizou operações da CIA na Venezuela e considerou ataques terrestres contra cartéis de drogas locais. Em resposta, Maduro pouco depois condenou os “golpes de Estado da CIA” e a “guerra no Caribe”.

Ainda conforme o jornal americano, os vídeos mostram as forças venezuelanas, que, segundo analistas militares, somam 125 mil soldados, marchando em formação, com tropas embarcando em veículos blindados e carregando caixas de munição. Caças a jato russos do país também aparecem em sobrevoo.

“O povo está pronto para o combate, pronto para a batalha”, declarou o chavista a apoiadores no início desta semana.

‘Manobra de Distração’

Apesar da demonstração de poder, a escalada de ações dos EUA não foi acompanhada por respostas concretas de Caracas. Após aeronaves venezuelanas se aproximarem de navios americanos, os EUA enviaram caças F-35 para Porto Rico. Contudo, a Venezuela não retaliou e não realizou movimentos provocativos ou de dissuasão.

A reação de Maduro à ofensiva no Caribe, além de convocar a população e se cercar de militares, concentrou-se em recrutar indígenas e civis para reforçar as milícias, que são apresentadas como a principal defesa contra um possível desembarque das forças americanas.

“Se querem paz, preparem-se para conquistá-la”, disse em um discurso transmitido pela TV estatal.

Imagens de figuras próximas a Maduro, como Cabello e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, mostram a liderança chavista inspecionando as defesas em diversas áreas. O governo também contaria com o apoio de grupos armados da Colômbia, como o Exército de Libertação Nacional (ELN), que, de acordo com o ex-oficial de inteligência colombiano Alberto Romero, opera no país há anos.

No entanto, apesar da forte retórica de resistência, a Venezuela enfrenta sérias fragilidades militares e econômicas. Para ex-oficiais e especialistas ouvidos pelo WSJ, as Forças Armadas estão debilitadas por falta de verbas, má nutrição e moral extremamente baixo. Edward Rodriguez, um ex-coronel exilado nos EUA, descreve a mobilização de Maduro como uma “cortina de fumaça” para ganhar tempo.

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