Procedimento de rotina resulta em sequelas graves para servidora do TJPE
RECIFE – O que deveria ser uma intervenção cirúrgica de rotina resultou em uma reviravolta trágica na vida de Camila Nogueira, de 38 anos. Servidora pública do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e consultora de moda, Camila encontra-se em estado vegetativo após complicações em uma operação realizada em agosto do ano passado.
O Caso
No dia 27 de agosto de 2025, a servidora deu entrada em uma unidade hospitalar na capital pernambucana para se submeter a uma colecistectomia (retirada da vesícula) combinada com a correção de uma hérnia.
Apesar de o procedimento ser classificado pela comunidade médica como de baixo risco e alta segurança, o desfecho foi inesperado. Desde a cirurgia, Camila perdeu a autonomia e passou a apresentar um quadro de dependência total, necessitando de auxílio permanente para todas as suas funções vitais e atividades cotidianas.
Impacto e Condição Atual
A mudança abrupta interrompeu a carreira da consultora e mobiliza familiares e amigos. Antes ativa e independente, a paciente agora enfrenta um quadro clínico severo que demanda cuidados especializados ininterruptos. Até o momento, os detalhes sobre o que teria causado a intercorrência durante o ato cirúrgico seguem sob acompanhamento.
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