No último fim de semana, completou-se um ano desde que o ex-atleta brasileiro foi transferido para um complexo penitenciário em Tremembé, local que abriga outros detentos de perfil midiático. Condenado por crimes sexuais ocorridos na Europa há mais de uma década, ele tenta reconstruir sua rotina em um espaço reduzido, dividido com outros internos.
Segundo fontes externas, o ex-craque do futebol nacional tem se ocupado com funções técnicas dentro da prisão. Após concluir um curso profissionalizante, agora realiza serviços de manutenção em aparelhos eletrônicos para outros presos. Essa atividade, além de ocupar seu tempo, pode encurtar sua permanência atrás das grades, graças a um sistema que converte horas trabalhadas em redução de pena.
Fora do expediente, ele participa de atividades coletivas, como grupos de leitura e partidas esportivas, além de cuidar de uma pequena horta dentro do presídio. Relatos sugerem que ele tem se esforçado para cumprir programas de ressocialização, incluindo workshops sobre cidadania e reinserção no mercado de trabalho.
Convivência com outros presos
A unidade prisional onde ele está detido não é conhecida por seu ambiente pacífico. Entre os internos, há criminosos condenados por delitos graves, como homicídio e sequestro. Atualmente, o ex-atleta divide seu espaço com um jovem acusado de envolvimento em um caso que chocou o país.
Seu advogado garante que ele tem mantido uma postura tranquila, evitando confrontos e focando em cumprir suas obrigações. “Ele segue as regras, não causa problemas e busca melhorar como pessoa dentro do possível”, afirmou o defensor.
Detalhes inusitados da vida na prisão
Em um movimento surpreendente, os detentos criaram um sistema de interação social inspirado em plataformas de relacionamento, porém sem acesso à internet. Com autorização dos agentes penitenciários, eles trocam mensagens e fotos com internos de outras unidades, incluindo uma penitenciária feminina nas proximidades.
Perspectivas futuras
Com uma sentença de nove anos, o ex-jogador ainda terá de aguardar mais algum tempo antes de pleitear a transferência para um regime menos rigoroso. A legislação brasileira exige que ele cumpra pelo menos parte da pena em regime fechado antes de qualquer progressão. Seu comportamento durante esse período será decisivo para a avaliação judicial.
Enquanto isso, ele segue sua rotina dentro do sistema prisional, aguardando o momento em que poderá dar novos passos em sua jornada legal.
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