Wagner Alves aponta Embasa como principal culpada por buracos em Vitória da Conquista
A atuação da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) no sudoeste baiano voltou a ser alvo de pesadas críticas. Em entrevista concedida nesta quinta-feira (5), o advogado e pré-candidato à Assembleia Legislativa, Wagner Alves, responsabilizou diretamente a concessionária estadual pela precariedade do asfalto em diversos pontos da cidade.
Falta de Sincronia e Desperdício
Segundo Alves, o cenário de ruas esburacadas não é fruto apenas do desgaste natural, mas sim de intervenções tecnicamente deficientes realizadas pela estatal. O advogado revelou que existe um fluxo de comunicação por parte da Prefeitura Municipal, que notifica a Embasa antecipadamente via ofício sobre o cronograma de pavimentação.
O problema central, conforme a denúncia, reside na omissão da empresa em realizar reparos ou adequações na rede de esgoto e água antes que a nova camada asfáltica seja aplicada.
“É o cúmulo da incompetência e da má-fé. O cidadão não merece isso”, disparou Alves.
Impacto nos Cofres Públicos
A crítica principal gira em torno do curto intervalo entre a entrega das obras municipais e as perfurações feitas pela concessionária. Wagner Alves aponta que a Embasa costuma romper o pavimento recém-colocado para realizar serviços que deveriam ter sido feitos previamente, resultando em um ciclo de prejuízo econômico e logístico.
| Ponto Crítico | Descrição do Problema |
| Planejamento | Falta de resposta aos ofícios enviados pela prefeitura. |
| Execução | Intervenções na rede após a conclusão do asfalto novo. |
| Economia | Desperdício de verba pública com o retrabalho em vias recapeadas. |
Para o pré-candidato, a situação exige uma postura enérgica do Governo do Estado. Ele classificou a atual dinâmica de trabalho da empresa como um “descaso” e uma forma de “rasgar dinheiro público”, defendendo uma revisão imediata no modelo de contrato e operação da Embasa em Vitória da Conquista.
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