Jim Caviezel anuncia data de estreia de filme sobre Bolsonaro
Longa-metragem protagonizado por Jim Caviezel abordará desde a campanha de 2018 até os desdobramentos jurídicos recentes do ex-mandatário.
BRASÍLIA – A aguardada produção cinematográfica sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), intitulada Dark Horse, já tem data confirmada para chegar às telas: 11 de setembro de 2026. O anúncio oficial foi realizado pelo astro norte-americano Jim Caviezel, que assume o papel principal como o líder conservador brasileiro.
Em suas redes sociais, Caviezel convocou o público ao compartilhar o cartaz da obra. “Se você se importa com as nossas eleições, assista ao meu mais novo filme”, declarou o ator, em uma mensagem que associa o lançamento ao clima político do período.
Coincidências e simbolismos na data
A escolha do dia 11 de setembro carrega uma forte carga simbólica. Além de remeter aos atentados terroristas nos Estados Unidos em 2001, a data coincide com o aniversário de um ano da condenação de Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em 2025, o ex-presidente foi sentenciado a 27 anos e três meses de reclusão. A Corte o considerou culpado por crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Elenco e narrativa
Sob a direção do cineasta estadunidense Cyrus Nowrasteh, o filme foca nos momentos cruciais da ascensão política de Bolsonaro. O roteiro, assinado pelo deputado federal e ex-secretário de Cultura Mario Frias (PL-SP), dedica atenção especial à campanha de 2018 e ao atentado à faca cometido por Adélio Bispo em Juiz de Fora (MG).
O elenco traz nomes internacionais e brasileiros para interpretar o núcleo familiar do ex-presidente:
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Marcus Ornellas: O brasileiro radicado no México interpretará o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro.
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Eddie Finlay: O ator norte-americano dará vida ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
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Sérgio Barreto: Ficará responsável pelo papel de Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado.
A produção promete ser um dos pontos centrais de debate cultural e político no segundo semestre, misturando o registro biográfico com o contexto das investigações que culminaram na prisão do ex-chefe do Executivo.
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