
Cibele de Teobaldo cobra reformulação da regulação baiana e propõe limite de 24 horas para atendimentos
A urgência por melhorias estruturais no sistema de regulação da saúde pública da Bahia foi o alvo central das recentes declarações de Cibele de Teobaldo. Defendendo um modelo mais humanizado, transparente e eficiente, ela criticou a forma como o fluxo tem sido tratado, ressaltando que os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) não podem ser reduzidos a meras estatísticas.
“Aquele que aguarda por uma vaga não está à espera de um número, está esperando por cuidado”, enfatizou Cibele. Conhecedora dos desafios diários enfrentados por quem depende da rede pública, ela lembrou que a demora por transferências hospitalares, cirurgias, exames e consultas se traduz frequentemente em dias de intensa aflição para os enfermos e seus familiares.
Para combater os gargalos da fila, Cibele sugere o fortalecimento imediato da gestão, atrelado à expansão da capacidade de atendimento. Entre as principais propostas apresentadas para solucionar a lentidão do sistema, destaca-se a meta de que todos os encaminhamentos solicitados à central de regulação sejam resolvidos em um prazo máximo de 24 horas.
Entendendo que cada solicitação carrega consigo a necessidade urgente de uma família, ela assumiu o compromisso de fazer da pauta uma prioridade absoluta. “Existe um ser humano e uma família por trás de cada pedido. É exatamente por isso que desejo atuar na formulação de respostas efetivas para o setor”, pontuou.
Ao final do pronunciamento, Cibele de Teobaldo conclamou os baianos a encampar a mobilização por um serviço público mais justo e funcional. “Pretendo ser a voz de quem padece nessa fila e contar com o apoio da população nesta luta. Só com essa união conseguiremos transformar a Bahia, assegurar qualidade de vida e resgatar a dignidade na área da saúde. O SUS é nosso”, concluiu.

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