• Home
  • Quem Somos
  • Curtinhas
  • Colunas
  • Política

Digite e pressione enter para pesquisar

Seu portal de Notícias

  • Home
  • Quem Somos
  • Curtinhas
  • Colunas
  • Política
Fale Conosco
ColunasGilaelson Santos

STF na contramão da lei e do código de ética

editar
fevereiro 8, 2025
0 Comments

Na última quinta-feira, 6 de fevereiro, o ministro Luís Roberto Barroso revelou que a Suprema Corte adquiriu gravatas e lenços com estampas personalizadas com o emblema do Supremo Tribunal Federal. Segundo o próprio ministro, esses itens seriam uma forma de retribuição a indivíduos que frequentemente presenteiam os membros da Corte. Os acessórios, ostentando a marca do Tribunal, foram adquiridos com recursos públicos, totalizando a quantia de R$ 38.400,00.

Entretanto, é inevitável observar o que dispõe o Código de Ética da Magistratura Brasileira, em seu Capítulo V, Artigo 17:

Art. 17. É dever do magistrado recusar benefícios ou vantagens de entes públicos, empresas privadas ou pessoas físicas que possam comprometer sua independência funcional.

Neste contexto, a ética parece ser um elemento desprezível, enquanto a lei demonstra ser um parâmetro ignorado. Desde 2013, o Brasil conta com a Lei nº 12.813/2013, a chamada Lei de Conflitos de Interesse, bem como do Decreto nº 10.889/2021, ambos vedando expressamente o recebimento de bens, presentes, serviços ou qualquer outra vantagem por parte de agentes públicos que possam estar sujeitos a interesses diretos nas decisões de seus respectivos colegiados.

Caros leitores, a realidade é que, durante os breves minutos em que o ministro Barroso se vangloriava das aquisições da Corte, princípios como ética, legalidade e o dinheiro arduamente arrecadado pela população brasileira, estavam descendo pelo ralo, a fim de alimentar a vaidade de apenas onze pessoas. Com um orçamento de R$ 954 milhões para 2025, a Suprema Corte parece ser um país à parte e independente. Seus membros, à bel-prazer, fazem o uso de recursos públicos, observam a legislação conforme lhes convém e tomam decisões de maneira isolada e pessoal.

E, como brincou o ministro Barroso ao afirmar que o Supremo agora conta com um “novo departamento fashion”, não é exagero afirmar que a Corte se transformou em um negócio vantajoso para aqueles que a compõem.

Compartilhar artigo

Siga-me Postado por

editar

Outros artigos

Anterior

A jogada de Alcolumbre com a Petrobras

Próxima

O Fim da Mamata da USAID: Uma investigação sobre os desvios de propósito da instituição

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Dia Dos Namorados Love GIF by Vivo br
    Flamengo supera formação reserva do Corinthians sob chuva no Maracanã e recupera liderança
    Torcedor do Bahia morto antes do clássico Ba-Vi deixa filho de dois meses; seis são presos
    VIDEO: Com um expulso, Corinthians vence Rosario Central e avança na Liberta
    Dorival Júnior é demitido do Corinthians

    Um portal de notícias feito para toda a bahia notícias, entrevistas,e muito mais! Compartilhe essa ideia

    Posts Recentes

    Ministério da Justiça altera classificação de desenhos bíblicos da Record para menores de 12 anos
    By Vemvê Brasil
    Disputa no Senado: PL projeta votos e articula estratégia para tentar alcançar o comando da Casa
    By Vemvê Brasil

    Buscar no site

    Pesquisar algo...

    Rua Washington Luis 32, sala 405 - Vitória da Conquista-BA

    Contato: (77) 98821-7797

    © 2025, Todos os direitos estão reservados ao portal
    Vemvê Brasil

    • Tecnologia
    • Saúde
    • Econômia
    • Esporte

    www.vemvebrasil.com