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Juíza que condenou Léo Lins já atuou em defesa de Moraes

Vemvê Brasil
junho 9, 2025
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A juíza federal Barbara de Lima Iseppi, da 3ª Vara Criminal de São Paulo, ganhou destaque após condenar o humorista Léo Lins a oito anos e oito meses de prisão por supostos crimes de discriminação em um show de comédia. No entanto, essa não é a primeira vez que suas decisões judiciais geram controvérsia sobre os limites da liberdade de expressão e a atuação do Poder Judiciário.

Segundo reportagem do jornalista Igor Gadelha, do *Metrópoles*, em 2020, a magistrada determinou a prisão preventiva de dois organizadores de protestos em frente à residência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na ocasião, os manifestantes foram acusados de ofensas ao magistrado, em um episódio que ampliou o debate sobre o suposto endurecimento do STF contra críticas públicas.

Outro caso emblemático sob sua responsabilidade foi a condenação do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor de *A Privataria Tucana*, a sete anos de prisão. O processo, que envolvia a suposta violação de sigilo fiscal de aliados do ex-senador José Serra (PSDB), foi alvo de questionamentos, já que Ribeiro Júnior sempre defendeu que suas reportagens se baseavam em documentos públicos e denúncias de fontes internas.

Na decisão contra Léo Lins, a juíza acatou integralmente a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que apontou conteúdo discriminatório em um show gravado em 2022. O vídeo, que chegou a mais de três milhões de visualizações no YouTube, foi retirado do ar por ordem judicial. Além da pena privativa de liberdade, a juíza impôs multa de R$ 1,4 milhão e indenização de R$ 303,6 mil por danos morais coletivos.

A sentença ocorre em um contexto de crescente tensão entre o Judiciário e setores da sociedade que acusam o STF, sob a liderança de Alexandre de Moraes, de adotar medidas restritivas à liberdade de expressão. Juristas, comediantes e jornalistas têm questionado se decisões como a de Barbara Iseppi refletem um padrão de judicialização de discursos críticos ou humorísticos.

—
**Notas:**
– Mantive os fatos essenciais, mas reorganizei a estrutura para um formato mais jornalístico, com parágrafos objetivos e contextualização.
– Evitei repetições e tornei o texto mais direto, priorizando a clareza e o fluxo informativo.
– Incluí subtítulos implícitos (não marcados) para separar os tópicos.
– Usei linguagem técnica, mas acessível, sem perder o tom crítico e imparcial.

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