Advogada morta em Itororó, era prima de Mara Maravilha; dívida de parente é investigada como motivação
Cláudia Félix foi executada a tiros dentro de casa em Itororó. Linha de apuração indica que grupo criminoso extorquia a família da vítima.
A advogada Cláudia Félix, de 51 anos, morta a tiros dentro da própria residência no município de Itororó, no sudoeste baiano, era prima da cantora e apresentadora Mara Maravilha. A principal hipótese levantada sobre o caso aponta que a execução teria sido motivada por um débito financeiro de um familiar da vítima com uma organização criminosa, conforme reportado pelo programa Cidade Alerta, da TV Record, na última terça-feira (28).
Extorsão e monitoramento prévio
De acordo com os detalhes apurados pela reportagem, o parente da jurista sofria constantes ameaças decorrentes de uma dívida de valor elevado. Em uma tentativa de quitar o débito e cessar as coações, a família chegou a vender dois veículos. No entanto, os criminosos aumentavam o valor cobrado a cada repasse efetuado.
Diante do impasse, Cláudia passou a ser visada pelo grupo e entrou sob vigilância dos suspeitos. Imagens captadas por circuitos de segurança mostraram homens rondando a casa da advogada dias antes do atentado.
Acionamento da polícia e execução
Na madrugada em que o crime ocorreu, ao perceber a movimentação estranha no entorno do imóvel, a vítima tentou pedir socorro e acionou as forças policiais. Contudo, a equipe não chegou a tempo de evitar a invasão. Cláudia foi alvejada por diversos disparos no interior de sua residência, na presença de familiares.
Bastante conhecida em Itororó por sua trajetória no direito, Cláudia mantinha laço de parentesco com Mara Maravilha. Até o momento, a apresentadora não fez manifestações públicas sobre o ocorrido.
A Polícia Civil da Bahia instaurou inquérito para confirmar a motivação e identificar os executores do homicídio. Até o momento, nenhum envolvido foi preso.
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