
Pesquisa 2026: Lula e Flávio Bolsonaro registram igualdade numérica em eventual segundo turno
Levantamento promovido pelo Real Time Big Data mostra equilíbrio absoluto entre o atual presidente e o senador pelo Rio de Janeiro; petista lidera na simulação de primeiro turno.
Uma amostragem eleitoral divulgada pelo instituto Real Time Big Data aponta uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma projetada rodada decisiva das eleições de 2026. Ambos os pré-candidatos aparecem nivelados com 44% da preferência do eleitorado em um cenário de segundo turno.
O estudo também mediu outros confrontos diretos na etapa final do pleito. Em uma simulação contra o ex-governador goiano Ronaldo Caiado (PSD), o atual chefe do Executivo soma 43% das intenções de voto, enquanto o político goiano atinge 45%.
Cenários de primeiro turno
Nas projeções voltadas à primeira etapa da votação, Lula permanece na dianteira. Em um panorama que inclui a presença de Pablo Marçal (PRTB), o representante do PT marca 38% das escolhas, diante de 29% atribuídos a Flávio Bolsonaro.
Sem a participação de Marçal na cartela de opções, a vantagem do atual presidente se mantém em patamar semelhante: Lula registra os mesmos 38% de apoio, enquanto o congressista do PL sobe para 30%.
Taxas de rejeição e avaliação governamental
O levantamento aferiu ainda o nível de recusa do eleitorado frente aos virtuais concorrentes ao Planalto. A rejeição aos dois nomes principais é idêntica, com 50% dos entrevistados afirmando que não votariam de forma alguma em Lula ou em Flávio Bolsonaro.
A percepção pública em relação ao trabalho da atual administração federal também foi consultada:
Desaprovação: 51%
Aprovação: 45%
Ao detalharem a avaliação da gestão petista, 39% dos entrevistados classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”, 33% consideram a atuação “regular” e 27% a avaliam como “ótima” ou “boa”.
Ficha técnica do levantamento
A pesquisa do Real Time Big Data foi realizada entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026, ouvindo 2.000 eleitores em todo o território nacional. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios da empresa, ao custo de R$ 30 mil, e encontra-se oficializado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03490/2026.

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